OBRAS EM DESTAQUE

A VIDA QUE DEUS QUER - 28 (1Co 5.7)


I. INTRODUÇÃO
A vida que o homem quer viver (Gn 3.5).

II. CONSEQÜÊNCIAS
“...o que semeia na carne” (Gl 6.8).

III.  A VONTADE  DE  DEUS  PARA  NOSSA VIDA(V. 7)
1.  Limpai-vos do fermento velho.
2. Para que sejais uma só massa.
3.  Cristo foi sacrificado por nós.

IV. O SÍMBOLO DO BATISMO
1.  Fomos sepultados com  Ele.
2.  Para que andemos em novidade de vida.
3.  V.  8  -  Se já  morremos  com  Cristo  cremos que 
também com  Ele viveremos (Gl 2.20).

V. CONCLUSÃO
Entregue sua vida a Jesus e será verdadeiramente feliz.

EXPERIÊNCIAS NA CONTRIBUIÇÃO - 27 (Nm 10.32-39; Ml 3.7-10; Mc 12.41-44)




I.  INTRODUÇÃO
Consagração total envolve o bom uso do dinheiro e dos bens colocados pelo Senhor sob nossa administração.

II.  UMA  NECESSIDADE -  “ASSIM  NÃO  NEGLIGENCIAREMOS  A  CASA  DO  NOSSO  DEUS”(NM 10.39)
1. A casa de Deus estava sendo negligenciada.
2.  A contribuição foi  determinada  para  proverrecursos para o culto.
3.  Se os crentes não entregam  hoje os dízimos e as ofertas; o culto, a educação, a proclamação e a beneficência, tarefa da igreja, estarão comprometi­das.

III. UM PECADO - “VÓS ME ROUBAIS” (ML 3.8)
1. A palavra é dura mas está na profecia.
2. Quem se omite e retém o dízimo do Senhor,e  não  entrega  as  ofertas  alçadas,  fica  com  oque não lhe pertence
3.  Deus coloca essa atitude na condição de peca­do  de  que  o  homem  precisa  arrepender-se  para ganhar o perdão dos céus

IV.  UM  MANDAMENTO  -  “TRAZEI  TODOS  OS
DÍZIMOS” (ML 3.10)
1. O Dízimo é mandamento de Deus, e está escri­to não só na lei, mas na relação do Senhor com o homem, desde o tempo mais antigo.
2.  Quando  Abraão  entregou  o  dízimo  a  Melquisedeque não havia lei, mas já havia dízimo.

3. A entrega de dízimo é dever do cristão também.

V.  UM  DESAFIO - “FAZEI PROVA DE MIM” (ML3.10)
1.  Deus vai fazer uma promessa aos que se mos­tram fiéis na entrega do dízimo.
2. Mas antes ele garante o cumprimento da pro­messa com um desafio:
Quem  é fiel  para  com  Deus  não  precisa  preo­cupar-se, porque vai encontrar fidelidade tam­bém da parte do Senhor.

VI. UMA PROMESSA - “SE EU NÃO VOS ABRIRAS  JANELAS  DO  CÉU...  DERRAMES  SOBRE VÓS BÊNÇÃO TAL... MAIOR ABASTANÇA” (ML
3.10)
A  promessa  de  Deus  aos  que  lhe  são  fiéis  é  de que aquilo que lhe entregam não lhes vai fazer fal­ta. Ao contrário, torna-se semente para muitos fru­tos que vem a ser produzidos na seara do crente.

VII. UM EXEMPLO - “DEU TUDO O QUE TINHA”
(MC  12.44)
1. A viúva pobre é um exemplo eloqüente para cada servo do Senhor.
2. Se nós contribuíssemos com a generosidade e  a  liberalidade  dela,  não  faltaria  jamais  sus­
tento à obra de Deus.
3. Todos os setores da causa estariam em cresci­mento, e o programa da igreja se completaria.

VIII. CONCLUSÃO
Deus espera que o crente contribua, consciente e alegremente,  para  que  haja  abundância  na  casa do  Senhor e  para que as  promessas de  Deus se cumpram em sua vida.


PERSEVERANDO NO APRENDIZADO - 26 (2Tm 3.14-17; Mt 28.18-20)



I.  INTRODUÇÃO
Aprender é uma necessidade que convivemos du­rante toda a nossa vida

II. A ADMOESTAÇÃO, OU ORIENTAÇÃO PARA
PERMANECER NO QUE APRENDESTE
1.  Não somente ouvir.
2. Não somente aprender.
3.  Mais sobretudo, permanecer.

III. A QUALIDADE DO ENSINO
1. Sabendo de quem aprendeste.
2.  Nos traz segurança.
3.  Confiabilidade.

IV. A IMPORTÂNCIA DO ENSINO
1.  É um  mandamento do Senhor (Mt 28.19,20).
2. É importante para a nossa salvação.
V.  5  -  “...sábio  para  a salvação  pela fé  em  Cristo Jesus”.

V.  A IMPORTÂNCIA  DA  ESCRITURA  NO  ENSI­NO
1.  É inspirada.
2.  É útil para o ensino.
3.  Para a recuperação.
4. Para a correção.
5.  Para a educação.
6.  Para a justiça.
7.  Para que sejamos perfeitos.
8. Habilitados para toda boa obra.

VI. CONCLUSÃO
Permanecer naquilo que aprendeste é:
a.  Confiar nos ensinos de Cristo.42
b.  É aceitá-lo.
c.  É tê-lo como Senhor.

d. Quer fazer esta decisão agora?

A JUSTIÇA DE DEUS - 25 (Na 1.2-15)



I.  INTRODUÇÃO
Características  dos  cidadãos  de  Nínive.  Já  ouvi­ram a mensagem através de Jonas.

II.  AO CULPADO NÃO TEM POR INOCENTE

1. O Senhor é justo.
2.  Julga segundo o seu caráter.
3. Julga segundo a sua própria lei.

III. A BONDADE DO SENHOR
1.  Para com o pecador (Jesus).
2.  Para com o pecador remido  (v. 7).
- Ele conhece os que confiam nele.

IV. QUE PENSAIS VÓS DO SENHOR?
O  que,  você  pensa  do  Senhor  não  modificará  o 
seu julgamento (v.  10).

V. ADVERTÊNCIA DO SENHOR  (V.  12)
1.  Por mais seguros que estejam.
- Serão exterminados (separados).
2. Quebrarei o seu jugo de cima de ti  (v.  13).

VI. CONCLUSÃO
Aceite agora a Jesus.  Eu te afligi  (nos teus peca­dos)  mas não te afligirei  mais (v.  12).


VÓS ME BUSCAREIS - 24 (Jo 7.25-36)



I.  INTRODUÇÃO
1.  “Buscai  ao  Senhor  enquanto  se  pode  achar, invocai-o  enquanto  está  perto.  Deixe  o  homem 
maligno  os  seus  pensamentos,  e  se  converta  ao Senhor” (Is 55.6-7).
2.  Não é fruto  de ensaios  ou  de especulações hodiernas e plano de salvação, que Deus acer­tou com seu filho, a favor dos pecadores!
3.  “ninguém saberá”.  Revela cegueira espiritual e malignidade no falar.

II.  JESUS ADVERTIU E AINDA ADVERTE
1. Contra a mentira.
a. “...conheceis-me, e sabeis donde sou;... porque mentis?”  (v.  28).  Não  são  os judeus  depositários dos oráculos de  Deus? (v. 27).
b. Ainda  hoje cabe a advertência de Jesus; ospecadores  não  podem  justificar  sua  rejeição!
Sabem, pela pregação quem é Jesus e para queveio a este mundo!
c.  Sabem!  Não  convém  aos  ministros  romanos identificá-lo com fidelidade! (v. 26).
2. Contra a prepotência.
a.  “Os principais dos Sacerdotes mandaram... para o prenderem” - sempre, a casta sacerdotal de en­
tão, tomava a iniciativa para a luta contra o salva­dor! (v. 32).

b.  Nos  nossos  dias,  essa  luta  continua;  não podendo opor-se a Jesus pela palavra de Deus
- a Bíblia - os principais dos Sacerdotes de hoje,apelam para as autoridades temporais!
c.  Impressionante!  Como  se  unem,  aqueles  que se digladiam perante a sociedade,  para cercear a ação do evangelho!

3.  Contra a indiferença.
a.  “...me  buscareis...  não  me  achareis...  onde  eu estou vós não podeis ir” (v. 34).
b. “Sai do Pai, e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo, e vou para o Pai”  (Jo  16.28).
c.  “veio,  não  o  receberam!  por  isso  não  estarão com ele!... espera-os o tormento eterno! (Jo 1.12).
d. O pecador tem a salvação ao seu alcance, só  em Jesus Cristo!  (Is 55.6,7).

III.  CONCLUSÃO
Amigo,  foge  da  mentira  que  por  aí  disseminam, não participes da prepotência dos homens contra o evangelho,  não sejas indiferente à tua salvação (v. 33), vem a Jesus!





NO PRINCÍPIO, DEUS - 23 (Jo 1.1-14)




I.  INTRODUÇÃO
1.  Nada se pode opor a provas evidentes!  O  me­lhor ensino está no exemplo!...
2. Pedagogia moderna: ensino pela imagem.
3. V.  1, a prova da verdade que pregamos,... V.  14 o exemplo!
4.  Por que os homens não crêem?
5.  “Santifica-os na verdade: a tua palavra é a ver­dade” (Jo  17.17).
6.  “Eu  sou  o Caminho a Verdade e a Vida”  (Jo14.6).
7.  v.  3  e  4  -  Aí  está:  Deus  achegando-se  ao  ho­mem... para salvá-lo!

II.  DONDE PROMANA A SALVAÇÃO?
1.  De Deus: v.  1  e 14 - “e o Verbo era Deus”,... “se fez carne”... nunca, em escola alguma, tão poucas palavras revelaram tanto!
2. “Portanto, o mesmo Senhor vos dará um si­nal:  Eis  que  uma  virgem  conceberá,  e  dará  à luz um filho, e será o seu nome EMANUEL”  (Is7.14).
3.  “E  dará à luz  um filho e chamarás o seu  nome  Jesus,  porque  Ele  salvará  o  seu  povo  dos  seus pecados” (Mt 1.21).
4. É ainda Isaías que revela: “O povo que anda­va em trevas viu uma grande luz”  (Is 9.2) -  “e a
luz resplandece nas trevas”  (v. 5).

III. DA GRAÇA
1.  V.  14  -  “cheio  de  graça...”  cheio  de  misericór­dia!...  Um  Deus da ignorância,... da perdição!
2. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” (Ef 2.8).
3.  “Porque  há  um  só  Deus,  e  um  só  mediadorentre Deus e os homens, Jesus Cristo homem”(1Tm 2.5).
4. V.  12 - “aos que crêem em seu  nome,...”.

IV. DA VERDADE
1. V.  14 - “e de verdade,...” - Deus, Graça e Verda­
de, três cousas distintas numa só!...
2.  “Santifica-os  na  verdade:  a  tua  palavra  é  a
verdade”  (Jo  17.17).
3 .0 evangelho é a verdade! - Pode o pecador exi­

gir maiores provas? (v.  1  e 14).

V. CONCLUSÃO
Amigo, rejeita a filosofia humana; aceita esta pala­vra, vem a Cristo







MINHAS PALAVRAS - 22 (Lc 6.46-49)


I.  INTRODUÇÃO
1.  No evangelho de Jesus Cristo, tudo é pela deci­são!...  não há, em sentido algum,  meios termos!

2.  Luz-Trevas,  Gozo-Tormento,  Néscio-Sábio,
Salvação-Perdição, Vida-Morte,  Bênção-Maldição!
3.  Na mensagem  lida v. 48 e 49!  E por que, se os 
dois ouviram as mesmas palavras?

II.  OBSERVAI  AS  DUAS  CLASSES  DE  OUVIN­TES
1. O que ouve.
a. v. 47 e 49 - “...as minhas palavras...” - O Evan­gelho! Uma mensagem para todos! No entanto, em ouvi-la, é que se divide a humanidade!
b. Ao pé da Cruz, onde, pelo seu sacrifício, Jesus procurou  atrair
todos  a  si,  mais  se  aceitou  essa separação!


2. O que pratica.
a. v. 47 e 49 - “e as observa”... “não pratica”... ob­servar os  ensinos  de  Jesus,  e  alicerçar sua vida na Rocha dos Séculos!
b.  Cabe ao  homem dispor o alicerce:  “e as ob­serva”,... e Jesus completará a obra, firmando-lhe a Vida! “Se o Senhor não edificar a casa,  em vão trabalham os que a edificam” (S1127.1).

3. O que sofre.
a. v. 48 e 49 - “bateu com  ímpeto a corrente,...” os mesmos contratempos! O crente e o incrédulo en­frentarão os mesmos obstáculos no mundo!...  Po­rém, os resultados finais dos embates desta vida, não são iguais!
b. Se observar, v. 47 - então está salvo, v. 48.
c. Se não praticou, v. 49 - então está perdido! Gran­de ruína daquela casa!

III.  CONCLUSÃO
1. A mensagem de hoje é a mesma: “minhas pala­vras” - a mensagem da cruz!
2. Ainda hoje a humanidade se divide, ao ouvila! Onde formareis! Observai!





COMER CONVOSCO (Lc 22.7-23)



I. INTRODUÇÃO
1. Quando não seja um adorno, o monumento re­vela algo que não vimos; feito para o nosso bene­fício! Aí estão sempre nas praças principais, entre outros, os monumentos aos libertadores: Tiraden- 
tes,  Pedro  I,  etc.
2.  A ceia do Senhor, é um  memorial!  Revela o que não vimos, mas, realizado em nosso bene­fício: a morte de Jesus Cristo  (v.  19).

II. OS CRENTES ESTÃO LIGADOS A JESUS
1. V.  15 - “Desejei muito comer convosco,...” doce  e santa intimidade,  se o aceitarmos!... “Antes que padeça”.
2.  “Eis que estou a porta e bato se alguém ou­vir... e abrir a porta, entrarei... e com ele cearei,
ele comigo”  (Ap 4.20).
3.  É  impressionante  observar  como  a  iniciativa parte  sempre  de Jesus!  “desejei”...  “bato”...  “cea­rei com ele”.

III. QUE O SACRIFÍCIO DE JESUS FOI POR NÓS
1.  V.  19 - “...que  por vós é dado,...” -  não  há pre­ço!... Jesus o anunciou em vida! não é uma fábula - e o cumpriu no gólgota!
2. “E, como Moisés levantou a serpente no de­serto, assim importa que o filho do homem seja
levantado  (Jo 3.14

3.  Na ceia ressurge o drama!  encaramos o suplí­cio!  Importa não esquecer que foi por nós!

IV. QUE SOMOS CO-HERDEIROS COM JESUS
1.  V.  20  -  “...Novo  Testamento  no  meu  sangue,... depois da ceia” - o novo pacto só se estabeleceu após receberem Jesus (v.  14).
2. Só os que aceitaram o pão, se habilitaram ao vinho!  Só  os  que  aceitam  a  Jesus  Cristo,  po­dem ser purificados dos seus pecados!
3. “e o sangue de Jesus Cristo, seu filho, nos puri­fica de todo o pecado (1 Jo  1.7).

V. CONCLUSÃO
1. Os homens tudo fazem para gozar da estima e da intimidade do seu semelhante, e muitas vezes, 
arcando com  prejuízos pecuniários -  e  lhe ergue­mos monumentos!
2. Por que não envidar esforços para ter comu­nhão com Jesus? Que os salvará!
3.  Erguei-lhe,  não  um  monumento,  -  Ele  o  é  no universo  (SI  19.1)  mas,  um  altar  no  vosso  cora­ção!


MALEDICÊNCIA - (Ef 4.31)



I.  INTRODUÇÃO
No viver diário do cristão não pode haver: AMAR­GURA, CÓLERA,  IRA, GRITARIA, BLASFÊMIAS, MALÍCIA.

II. O CRISTÃO NÃO PODE SER CONTENCIOSO
(ALTERCADOR, DISCUTIDOR, BRIGUENTO) (Tt 3.2).

III.  O  CRISTÃO  NÃO  PODE  SER  DESTITUÍDO DE MODÉSTIA,  E SIM:
(CORDATOS, MODERADO NOS DESEJOS, DES­PRETENSIOSO,  SEM  VAIDADE,  COMEDIDO, SIMPLES)  (v. 2).

IV.  O  CRISTÃO  NÃO  PODE  BLASFEMAR  (EFm4.31)
Blasfemar  não  é  só  no  sentido  sacro.  É  também ultrajar, afrontar, ofender, difamar, insultar (Tg 3.6).

V.  O CRISTÃO  NÃO  PODE  SER  “DOCE”  E  “AMARGO” AO MESMO TEMPO (Tg 4.11; 1Pe 2.1) Você é ou não é (Gl 5.20-22).

VI. CONCLUSÃO
Convide o  Espírito Santo a dominar a sua vida,  e  com a sua ajuda, faça uma reflexão.

INESCUSÁVEIS - (Jo 15.17-27)


I.  INTRODUÇÃO
“E acabando o diabo toda a tentação ausentou-se dele (Jesus) por algum tempo (Lc 4.13).
1.  Mas desde então, sob múltiplas formas, tenta-o na vida do seus!
2.  Satanás  desencadeia  todas  as  suas  forças contra os que vão aceitar a Jesus como salva­
dor! (v. 18) Embora tenha vencido em algumas escaramuças,  a  vitória  jamais  lhe  pertencerá!
(vs. 26,27).

II.  SÃO  INESCUSÁVEIS  PORQUE  REAGEM  À MENSAGEM
1.  “V.  18  -  “primeiro...  me  aborreceu  a  mim”...  se veio para salvá-lo!... e o rejeitaram!
2.  “...ninguém  pode vir a mim,  se por meu  pai  lhe não  for  concedido.  Desde  então,  muitos...  torna­ram para trás,” (Jo 7).
3.  Como  se  desculparão  os  pecadores  quando, ainda hoje, têm essa atitude?
4.  Propõe Jesus,  nessas  palavras,  um  crime?...  Julgaram-se,  os  homens,  mais  sábios  que Jesus?
5.  “Mas  para os que são chamados, tanto judeus como  gregos,  lhes  pregamos  a  Cristo;  poder...  e  sabedoria de Deus” (1 Co  1.24).
6.  Atentem,  os  pecadores  para  a  responsabilidade que assumem, ao ouvir isto!
7.  A salvação do pecador nunca esteve condicio­nada  a  uma  casta  sacerdotal,  privilegiada  ou usurpadora!

III.  PORQUE  VIRAM  OS  PRODÍGIOS  DO  SE­NHOR
1. V. 24 - “Se eu entre eles não fizesse tais obras,...”  Justificariam seus desmandos,... a questão, porém,  reside no dilema: já ouviram e viram!
2.  “As  (coisas)  que  dizem  respeito  a  Jesus Nazareno  que foi  varão  profeta,  poderoso  em
obras  e  palavras  diante  de  Deus  e  de  todo  o povo”  (Lc 24.19).
3.  Nos  nossos  dias,  pela  pregação,  Jesus  ainda  opera poderosamente!
4.  Reaja  o  pecador,  não  contra  a  mensagem; não negando as virtudes de Jesus, mas contra
todas as investidas do diabo!
5.  E cada um sabe como ele o ataca!
6.  “Errais, não conhecendo as escrituras, nem o poder de Deus”  (Mt 22.29).

IV. Conclusão
Amigo,  diante desta exposição da  Palavra,  ousa­
ria escusar-se quanto  ao descaso a que relega a  sua alma?

PODER DE UMA ESPERANÇA (At 26.1-29



I.  INTRODUÇÃO
1.  Herodes  O  Grande  -  que  matara  os  meninos de Belém.
2. Herodes Antipas  - matou João Batista.
3.  Herodes Agripa I - matou Tiago; irmão de João
16 anos antes.
4. Herodes Agripa II - matou (com 17 anos) a quem Paulo compareceu.

II. MOTIVO DA ACUSAÇÃO
Esperança da ressurreição (Vs. 6 e 7).

III. O PODER DA ESPERANÇA
Estando preso, perante Agripa, ou Herodes Agripa I  e Festo.- Testemunhar com ousadia (v. 26).

IV. O CONTEÚDO DA ESPERANÇA DE PAULO
1.  Plano de Salvação.
2.  Experiência da conversão de Paulo.

V.  REAÇÃO DE FESTO
Estás louco,  Paulo; as muitas letras te fazem deli­rar.
-  Hoje diriam: o fanatismo faze-os delirar.
Por pouco me queres persuadir a que me faça cris­tão.

VII. CONCLUSÃO
Qual a sua posição?

PARA ONDE VAIS?- (Jo 13.31-38)



I.  INTRODUÇÃO
1.  Há  perguntas  que  revelam  conhecimento  do assunto,  e  há perguntas que demonstram a igno­
rância  do  assunto.  No  terreno  espiritual,  quando se pergunta - como no caso de Pedro v. 36, a ques­tão assume aspecto grave!  (v. 38).
2. Nos dias atuais, ninguém pode ignorar a ori­gem, o ministério, sacrifício, e posição atual de nosso Senhor Jesus Cristo.

II. JESUS PERGUNTA: PARA ONDE VOCÊ VAI?

III. VOCÊ SABE DA MINHA ORIGEM?
1. Jesus é Deus o Criador (Jo  1.1-3).
2. Ele nasceu sem pecado, tornando-se homem,para tomar o nosso lugar.
a.  “...Não temas  receber a  Maria tua mulher,  por­que o que nela está gerado é do Espírito Santo; e 
darás  à  luz  a  um  filho,  e  chamarás  o  seu  nome Jesus” (Mt 1.20,21).
b.  O  evangelho  vem  o  revelando  ainda  hoje  a todos os povos!
c.  E  o  faz  para  que,  todos  confiem  no  Salvador que veio dos céus.

IV. JÁ OUVIU FALAR DO SEU MINISTÉRIO?
1.  Nas  escrituras  estão  os  relatos  desse  ministé­rio: salvando,  curando, consolando,  ligando o ho­mem ao seu criador.
2. Novamente se fala do Espírito Santo em rela­ção a origem e missão de Jesus!
a. “O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu  para evangelizar os pobres,  enviou-me aos quebrantados do coração,...” (Lc 4.18).
b. Os homens são inescusáveis quanto ao des­tino eterno de suas almas.

V.  VOCÊ  CONHECE  O  SACRIFÍCIO  QUE  FIZ  POR VOCÊ?
Jesus procurou esclarecer aos apóstolos a neces­sidade do seu sacrifício, mas pareciam não enten­der!  Iguais a todos os homens! 
a.  “E  Ele  morreu  por  todos,  para  que  os  que vivem, não vivam mais para si, mas para aque­
le  que  por  eles  morreu  e  ressuscitou”  (2Co 5.15).
b.  Como  ignorar  a  necessidade  de  salvação  se Cristo a traçou de forma clara, firme,  e decisiva,

 VI. VOCÊ SABE BUSCÁ-LO?
Você  não  pode  fugir  a  responsabilidade  de  não buscá-lo ou  buscá-lo de forma errada:
a.  “Respondeu-lhe Jesus:  Eu  Sou  o  Caminho,e a Verdade, e a Vida; ninguém vem ao Pai, se­ não por mim”  (Jo  14.6).
b.  “Eis que vejo os céus abertos,  e o  Filho do ho­mem, que está em pé à direita de Deus” (At 7.56).

VII. CONCLUSÃO
1.  Sim  amigo,  você  pode  e  deve  segui-lo  agora! Não espere que lhe pergunte, para onde vais?
2.  “Ouvi-te em tempo aceitável  e socorri-te no dia da salvação: eis aqui agora o tempo aceitá­vel, eis aqui agora, o dia da salvação”  (2Co 6.2).


NÃO É PARA MORTE (Jo 11.1-13)




I.  INTRODUÇÃO
“Por isso o Senhor esperará, para ter misericórdia de vós,... porque o Senhor é um  Deus de eqüida- 
de; bem-aventurados todos os que nele esperam” (Is 30.18).

1. A preocupação dos homens deveria ser, não tanto ver milagres, mas, a perceber-se de como
Jesus age em benefício do mortal!
2.  Temos  diante  de  nós,  um  dos  capítulos  mais emocionantes  do  Novo  Testamento;  onde  Jesus surge simples e grande! Solene! Amorável!

II.  PALAVRAS QUE CONSTITUEM  UMA SEGU­RANÇA
1.  Palavras que confortam.
a. V. 4 - “...não é para a morte” - dissipa-se, por­tanto, todo o temor! A morte sempre impressi­ona e atemoriza o incrédulo!
b. O ouro provado pelo fogo valoriza-se!
c. Uma enfermidade põe prova a fé, e achega a criatura ao seu criador!
d. “Para que a prova da vossa fé, muito mais preci­osa do que o ouro... se ache em louvor,...  na rela­ção de Jesus Cristo” (1 Pe  1.7).
2. Palavras que encorajam.
a. V. 9 - “Se alguém andar de dia, não tropeça,...” - 
toda a aspereza do caminho é vencida pela luz!
b.  “Andemos  honestamente,  como  de  d ia ,...”(Rm  13.13).
c.  “Lâmpada para os  meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho” (S1119.105).
d.  Os  pecadores  que  seguirem  a  Jesus terão,nele, o guia seguro para Canaã celestial!
3.  Palavras de fé.
a.  V.  11  - “...vou despertá-lo do sono” - isto in­cute coragem! anima e impulsiona um coraçãocrente!

b. “Desperta tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá” (Ef 5.14).
c. V. 9 - “Vê a luz deste mundo”... Jesus Cristo orientando!  (Jo 8.12).
d. Todo o pecador, por empedernido que seja, sal- var-se-á, se aceitar estas palavras.

III.  CONCLUSÃO
1. A ti meu amigo, estendemos estas palavras, para confortar-te  na angústia;  para  encorajar-te  e  dar- te fé em Cristo.
2. Recebe-o agora como teu salvador e Senhor!
E verás que a  morte que te aguarda, será ape­nas o começo de uma nova vida!

CONVÍVIO SALVADOR (Lc 14.1-11; Hb 12.1,2)


I.  INTRODUÇÃO
1. Todo o nosso cuidado deve consistir não em fu­gir deste mundo,  mas, como viver nele (v.  1).
2. O Mestre comendo em casa dum fariseu... e,ali, “O estavam observando”!...

II.  VERDADES A OBSERVAR
1.  Nada de isolamento.
a. V. 1  - “Em casa de um dos principais...” - umdos  principais  inimigos  de  Jesus  -  o  fariseu!
fora de dúvida  porém,  um  necessitado de sal­vação!
b.  “E  ao  terceiro  dia,  fizeram-se  umas  bodas  em 
Caná da Galiléia e estava ali a mãe de Jesus. E foi também convidado Jesus,...  (Jo 2.1,2).
c.  Não  fugimos  ao  convívio  dos  incrédulos,...apenas não participamos dos seus atos, se eles
ferirem princípios de moral.
d.  Nosso anseio é guiá-los a Cristo.

2. O mundo observa.
a. V.  1  - “o estavam observando...” - Gostariam de contradizer àquele que  lhes pregava nova doutri­
na,... sem preocupar-se com o ambiente.
b. V. 3 - “É lícito...?” (v. 4) - porém calam-se”.
c.  Só  o  evangelho  tem  esse  poder,  constranger corações a se submeterem a Cristo!
d. Responderam os servidores: Nunca homem algum falou assim como este homem  (Jo 7.46).
3.  Só Jesus Cristo salva.
a. V. 4 - “tomando”,  “curando”, despedindo”  -Eis  o  processo!  Pode-se  duvidar  duma  palavra, 
nunca dum ato!
b. Jesus, pela sua palavra, se apossa do peca­dor, quando este se entrega a Jesus, está sal­
vo,  e  livre  portanto,  das  garras  de  Satanás!...“despediu” ...  não  mais  estava  sujeito  ao
farisaísmo que nada fizera por si.

III. CONCLUSÃO
Amigo, vem  a Jesus!  Ele te libertará dos teus pe­cados,  mesmo  à  vista  dos  que  se  opõem  a  tua 
doutrina!

É O SENHOR (Jo 21.1-12)




I.  INTRODUÇÃO
1.  V.  4  -  “Não conheceram  que  era Jesus  aquele com  quem  estiveram  duas  vezes  em  oito  dias!... (v. 20.19 e 26).
2.  E como reconhecê-lo? (...) se o espírito vol­tara ao passado!  (v. 3).
3. “Vou pescar” (v. 3).
4.  Muitos, ainda  hoje,  não  conhecem  a Jesus,mesmo  à  vista,  pela  pregação  do  evangelho,
porque, mente e alma estão voltados para o que é  terreno.

II.  PROCURAI,  JÁ,  CONHECER A JESUS!  ELE SUPRIRÁ AS VOSSAS NECESSIDADES
1. Vs. 5,6 - “...tendes alguma coisa,”... não lançai a rede,...”- que prodígio opera a obediência! Lançaram-na,... não a podiam tirar,... que fartura!
2. “Que comeremos, ou que beberemos, ou com que  nos  vestiremos?  (...)  vosso  pai  celestial
bem  sabe que  necessitais de todas estas  coi­sas”  (Mt 6.31,32).
3. “Filhos,  aos quais o  Pai celestial tudo concede, no sentido do bem estar,  moral e espiritual!
4. O pecador, ao ouvir o evangelho, se, em seu coração aceitar a mensagem,... se crer em Je­
sus  Cristo,  logo  o  conhecerá!...  E  se  tornará, então, filho de Deus!
5. “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o  poder de serem feitos filhos de Deus; aos que crêem  no seu  nome” (Jo  1.12).

III.  E  COM  JESUS  TEREIS  COMUNHÃO  COM DEUS!
1. V. 12 - “Vinde, jantai” - o amor constrange à obe­diência...  e  os  discípulos  compreenderam  isto,... submissos, confessos,... nem ousavam falar! Para que? Bastava o quanto tinham errado.
2.  “O que vimos e ouvimos,  isso vos anuncia­mos,  para que também tenhais comunhão co­
nosco; e a nossa comunhão é com o Pai, e como seu filho Jesus Cristo”  (1 Jo  1.3).
3.  Aí está o  bem  inefável  que,  homem  algum,  or­ganização alguma,  pode promover ao pecador!
4. Se, aos homens agrada tanto manter íntimas relações com seus semelhantes,... e quanto se
empenham  para  isto?  Porque  não  agir  assim para com  Deus?
5.  “Eis que estou à porta, e bato: se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo” (Ap 3.20).

IV.  CONCLUSÃO
Habilita-te,  amigo,  a  esta  comunhão!  Será  a  tua felicidade,  no  tempo  e  na  eternidade!  Atende  a mensagem e,  procura, já conhecer a Jesus!



PERECEREMOS! (Lc 8.22-25)


I.  INTRODUÇÃO
“Eis  que  envio  um  anjo  diante  de  ti,  para  que  te guarde  neste  caminho,  e  te  leve  ao  lugar que  te tenho aparelhado (Êx 23.20).
1.  E,  contudo,  Moisés  pede  a  Hobabe  que  lhe sirva de guia!  (Nm  10.29)...e, pior de tudo, ante a recusa de  Hobabe,  Moisés clama”.  “Ora,  não  nos deixeis, porque tu sabes que nós nos alojamos no deserto; de olhos nos servirás” (Nm  10.31).
2.  Não  espanta,  pois  a  atitude  dos  apóstolos, com Jesus, e temerosos!  (v. 24).

II.  E NÓS PERECEREMOS SE JESUS DORMIR
V.  23  -  “adormeceu”  -  Parece  incrível  que  Jesus dormisse,  viajando  com  os  seus!  E  sem  dúvida, Ele dorme:
a. Pelo indiferentismo,... nada fazemos que lhe agrade,... apenas sabemos que  Ele vai  conos­
co. E quantas vezes nos esquecemos dele!  (Êx 23.20).
b.  Pelo  nosso  comodismo,...  não  estavam  ali  ho­mens afeitos ao  mar?...  possivelmente,  um espe­rava  pelo  outro  para  agir!...  E,  dão  trabalho  ao mestre!

III. SE NÃO TIVERMOS FÉ
V.  25  -  “Onde  está  a  vossa  fé:  Ela  é  para  estas ocasiões! Os discípulos desconheceram o Mestre! 
“Quem é este?”- E em nós não há fé:
a.  Pelo que temos de nossa missão: Tudo parece intransponível!  Desprezamos  o  que  recomendou 
o mestre e apelamos para filosofias humanas (Nm 20.29-31).
b.  Porque desconhecemos o mestre:  “Quem é
este? Não há nada feito sem Ele!“Todas  as coisas foram  feitas  por ele,  e  sem  ele, nada do que foi feito se fez” (Jo  1.3).
c.  Daí se deduz que  Ele pode dominar tudo, e apesar disso, não cremos!

IV.  CONCLUSÃO
1.  Amigo,  não te  espantes!  Navegas  inseguro  no batei da vida?
2.  Levantam-se  diante  de ti, tempestades  que não ousas enfrentar?
3. Clama por Jesus!
4.  “Porque  sem  mim  nada  podeis  fazer”  (Jo 15.5).



DEUS NO PRINCÍPIO (Jo 1.1-14)




I.  INTRODUÇÃO
1. Nada se pode opor as provas evidentes! O me­lhor ensino está no exemplo!...
2.  A  prova  da  verdade  que  pregamos  -v .  14 o exemplo!
3.  Porque os homens não crêem?
“Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verda­de” (Jo 17.17).  “Eu Sou o Caminho, e a Verdade
e a Vida”  (Jo  14.6).
4.  Vs.  3  e  4  aí  está:  Deus  achegando-se  ao  ho­mem para salvá-lo!

II. DONDE VEM A SALVAÇÃO?
1.  De  Deus  -  Vs.  1  e  14  -  “e  o  verbo  era  Deus. 
Muita revelação em poucas palavras!
“Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal:
Eis que  uma virgem  conceberá,  e dará à  luz a um filho, e será o seu nome Emanuel”  (Is 7.14). 
“E dará à luz um filho e chamarás o seu nome Je­sus,  porque  Ele salvará o seu  povo dos seus  pe­
cados” (Mt 1.21).
2. É ainda Isaías quem revela: “O povo que an­dava em trevas viu uma grande luz”  (Is 9.2). “...e 
a luz resplandece nas trevas” (v.  5).
3.  Da graça - v.  14 - “Cheio de graça”.
a.  Cheio de misericórdia.
b. Um Deus compassivo.
c.  Que desce  ao  homem  para arrancá-lo das tre­vas, da ignorância, da perdição.
“Porque  pela  graça  sois  salvos,  por  meio  da
fé; e isto  não vem de vós; é dom de Deus”  (Ef2 .8 ).
“Porque  há  um  só  Deus,  e  um  só  Mediador entre 
Deus  e  os  homens,  Jesus  Cristo  homem”  (1Tm2.5).
d. v.  12 - “aos que crêem no seu nome,
4.  Da verdade - v.  14 - “e de verdade,” Deus, Gra­
ça e Verdade, três cousas distintas numa só... “san­tifica-os na verdade: a tua palavra é a verdade” (Jo 
17.17). O Evangelho é a verdade, pode o pecador exigir maiores provas? (vs.  1  e  14).

III.  CONCLUSÃO
Meu  prezado  ouvinte,  rejeite  as  filosofias  huma­nas;  aceite  esta palavra e venha agora mesmo  a 
Cristo,  e garanta a sua entrada no céu.



EU SOU (Jo 8.52-59)




I. INTRODUÇÃO
V. 58 - “ ...eu sou”. - aqui esplende a divindade e a prova da eternidade de Jesus Cristo. (Êx 3.14) “Eu sou  me enviou a vós”.
-  Não  diz:  “Antes  que  Abraão  existisse  -  eu  era”, mas, “Eu sou!”.
-  Jesus  Cristo  é  o  filho  Eterno  na  Trindade!  (Hb 7.3),  e,  como  reconhecer  isso  implicaria  em  se declararem  réus confessos, tentaram eliminar Je­sus! (v. 59).

II.  EU SOU O CRIADOR.
1.  V.  58  -  “Antes que  Abraão  existisse,...”  não  só Abraão,  mas antes de tudo e de todos!
2. “Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele, nada do que foi feito se fez”  (Jo  1.3).
3. Jesus é o nosso Criador, é o interlocutor de Gn 1.26!
4.  Não  é  suficiente  para  que  os  pecadores  o aceitem como salvador?... Quem, conhece me­lhor o engenho, senão o seu inventor?
5.  Quem pode fazer da criatura um filho de Deus? Só  aquele que,  sendo  Deus,  se  fez  homem  para alcança-la! (Jo  1.1,12).

III.  EU SOU O SALVADOR.
1. V.  55 - “...e guardo a sua palavra”.  Por amor de vós...  porque  é  da  vontade  do  Pai  que  todos  se salvem!
2. “Vivo eu, diz o Senhor Jeová, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que... se con­
verta... e viva  (Ez 33.11).
3.  “...  Emanuel,  que  traduzido  é:  Deus  conosco” (Mt 1.23).
4.  Qual  outro  credo  ofereceu  ao  pecador  um líder com credenciais superiores às de Jesus?


IV.  EU SOU TEU ADVOGADO.
1.  “...vos escrevo,  para que não pequeis;  e se al­guém pecar, temos um advogado,... Jesus Cristo, 
o justo” (1 Jo 2.1).
2. “(...) Há um só Mediador entre Deus e os ho­mens, Jesus Cristo homem,  (...) (1Tm 2.5).
3.  Nunca, os homens, rejeitando esta verdade, al­cançarão a salvação!

V. CONCLUSÃO
Tu, meu amigo, sabes agora quem é Jesus! Admi­tirás, ainda, a hipótese de um outro salvador?

HOMENAGEM AO PASTOR (Pv 27.21,23; Ez 33.1-12)




I.  INTRODUÇÃO
Por  que  e  quando  homenageamos  uma  pessoa. 
Quando ela merece; faz por onde; vê-se qualida­de.

II. A OBRA QUE O PASTOR REALIZARÁ.
1.  Ele será um atalaia - (Ez 33.1-7).
a. Da torre tem visto quando o perigo se aproxima.
b.  Estará alerta, pois os inimigos são muitos.
“Olhai,  pois  por vós,  e  por todo  o  rebanho  sobre que  o  Espírito  Santo  vos  constituiu  bispos,  para apascentardes a igreja de Deus, que Ele resgatou com o seu próprio sangue” (At 20.28)

2.  Ele é um profeta e guarda.
a. As ovelhas indefesas.
b.  Ele protege os jovens de muitas tentações.
c.  Livra o pecado dos vícios e grilhões do diabo.

3. Ele tem sido um guia - tem ido adiante.
a.  Muitos empurram  em vez de guiar,  por isso  há muitas dificuldades.
b. As ovelhas necessitam de um guia espiritual e nos empreendimentos da própria vida cristã.
c. Tem sido um condutor fiel,  pois tem sido segui­do pelas suas ovelhas. “E quando tira para fora as 
suas  ovelhas,  vai  adiante  delas,  e  as  ovelhas  o seguem, porque conhecem a sua voz” (Jo  10.4).

4.  É um médico e enfermeiro.
a.  As  ovelhas  na  igreja  estão  sujeitas  a doenças físicas e espirituais,  morais e mentais.
b.  Deve  saber  aplicar  os  remédios  (1Tm  3.16- 17).

5.  Deve alimentar o rebanho.
a.  O pastor que  não alimenta o seu  rebanho, tem contra si  uma grave acusação (Ez 33.1-12).
b.  O  bom  pastor sabe  alimentar suas  ovelhas do púlpito e de casa em casa.
6.  Tem  amor  pelas  ovelhas  ao  seu  cuidado.
“E  sobre tudo  isto,  revesti-vos de amor que ovínculo da perfeição”  (Cl 3.14).
a.  O amor é a melhor virtude.
b. Onde fracassaram os argumentos o amor triun­fa.

III.  QUEM  É  IDÔNEO?  -  “NÃO  QUE  SEJAMOS CAPAZES,  POR  NÓS  DE  PENSARMOS ALGU­MA  COISA,  COMO  DE  NÓS  MESMOS;  MAS  A NOSSA  CAPACIDADE  VEM  DE  DEUS”  (2CO3.5).

IV. ADVERTÊNCIA AO REBANHO. - “LEMBRAIVOS  DOS  VOSSOS  PASTORES,  QUE  VOS FALARAM  A  PALAVRA  DE  DEUS,  A  FÉ  DOS
QUAIS IMITAIS; ATENTANDO PARA A SUA MA­NEIRA DE VIVER.
1.  O  rebanho  deve  lembrar-se  do  seu  pastor,  e obedecer-lhe.  -  “Obedecei  a  vossos  pastores  e 
sujeitai-vos  a  eles;  porque  velam  por  vossas  al­mas,  como aqueles que hão de dar contas delas; 
para que o façam com alegria e não gemendo, por isto não vos seria útil” (Hb  13.17).
2. É dever estimar o seu pastor.  “Os presbíteros que  governam  bem  sejam  estimados  por  dignos 
de duplicada honra,  principalmente os que traba­lham  na palavra e na doutrina” (1Tm 5.17).
3.  O exemplo  de  Moisés  -  Em  Refidim  não  havia água  para o  povo  beber e  Moisés feriu  a  rocha  - (Massá e Meribá). Amaleque pelejou contra Israel em  Refidim  e  Arão  e  Hur sustentavam  a  mão  de Moisés, com a vara.
a.  O  rebanho  precisa sustentar os braços dos pastores, pela oração, cooperação zelosa e diligente, e não criticando ou falando mal.
b.  Não  devemos  falar mal  ou  criticar  aqueles  por quem Cristo morreu,  muito menos pelo ungido do Senhor; isto é obra de Satanás.

V.  CONCLUSÃO
Amemos o nosso pastor, ele merece!

NÃO VOS DEIXAREI ÓRFÃOS (Jo 14.16-31)






I.  INTRODUÇÃO

1. “Portanto não vos entristeçais, porque a alegria do Senhor é a vossa força” (Ne 8.10).
2.  “A  minha graça te  basta,  porque o  meu  po­der se aperfeiçoa na fraqueza”  (2Co  12.9).
3. V.  18 - Quanto refrigério!... e que bálsamo para as  almas  sedentas  de  Deus!...  uma  preparação 
espiritual para o que iria acontecer.
4.  Uma  antevisão  do  processo  que  garante  a eternidade!

II.  COMO SE ASSEGURA A ETERNIDADE?
1.  Pela morte! - v.  19 - ‘‘...e o mundo não me verá mais”, ia cessar a oportunidade dada aos homens 
para  aceitarem  a  Cristo  como  salvador  de  suas almas!
a.  “...e  todos  eram  batizados  por  ele  no  Rio Jordão,  confessando  os  seus  pecados”  (Mc1.5).
b.  Morriam  para o mundo!  Renunciavam sua vida de pecados e desmandos.
c. Jesus Cristo morreu  pelos pecadores, mos­trando-lhes onde se inicia a caminhada para o céu.
2.  Pela  ressurreição!  -  v.  19  -  “...mas  vós  me vereis”, sim, aqui, e lá na glória!...
a.  “E  que  foi  sepultado  e  que  ressuscitou  aoterceiro dia, segundo as escrituras”  (1 Co 15.4).
b. Constituindo-se, assim, a primeira da nossa res­surreição!
c.  Aos  pecadores  lhes  é facultado  o  meio  e  aassistência para tal!
d.  “Desperta,  tu  que  dormes,  e  levanta-te  dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá” (Ef 5.14).

3. Pela nossa vida - v. 1 9 - “...eu vivo e vós vivereis” 
a mesma vida de glória, aqui e na eternidade, - v. 20 !
a. “...pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será
o  seu  Deus,...  e  não  haverá  mais  m orte,...  (Ap 21.3-4).
b.  Vale a pena,  morrer para o  mundo,  ressuscitar para Cristo; para gozar a vida em  Deus!

III.  CONCLUSÃO
V.  26  -  Apropria-te  deste  ensino,  meu  amigo,  e marcha resoluto para a eternidade!

JESUS NO MEIO - 8 (Jo 19.17-24)





I. INTRODUÇÃO
Se a humanidade vive, hoje,  maus dias deve-os à infantilidade  de  como  se  conduziram,  outrora,  os seus guias.
-  V.  22  -  Não justificava  o  que  fizera!  Atendia  ao prazer mórbido, de diminuir os judeus!..., e desde então, os homens constituídos em autoridades, se revezam em atitudes iguais!
-  V.  18  -  “ ...  e Jesus  no  meio”  ...  coincidência?  ... Não!  Desígnio do alto!

II. JESUS,  PODER  DIVINO NA SELEÇÃO.
1.  No calvário -  (v.  18)  - “Onde o crucificaram...  e Jesus  no  m eio” .  Mesmo  naquele  momento 
cruciante,  o  poder  de  Jesus  se  evidencia,  sepa­rando o bom do mau!
2. “Senhor lembra-te de mim, quando entraresno teu reino... hoje estarás comigo no Paraíso”(Lc 23.42,43).
a.  Impunha-se a separação! A rejeição e a blasfê­mia fecham as portas para o gozo eterno!
b.  No  último  instante  de  sua  vida,  pela  fé  em Cristo, o homem abre essas portas!

III.  EM NOSSOS DIAS - (V. 18) - “... E JESUS NO
MEIO”. OS QUE CONFIAM EM JESUS SÃO SALVOS,... PODER ALGUM OS ARREBATARÁ DE SI!(Jo  10.28).
“Quem  crê  e  for  batizado  será  salvo,  mas  quem não crê será condenado” (Mc 16.16). A separação se  impõe  para  a  salvação!  Pela  fé  e  obediência em Cristo.

IV.  NO  JUÍZO  FINAL  -  “E  JESUS  NO  MEIO”.NENHUM  OUTRO  OCUPARÁ  ESSE  LUGAR,DELE  É” TODO O  PODER  NO CÉU  E  NA TER­RA”  (Mt 28.18).
1.  "...  e  apartará  uns  dos  outros,  como  o  pastor separa os bodes das ovelhas; e porá as ovelhas à sua direita mas os bodes à esquerda” (Mt 25.32,33). 
Para ouvirem a sentença destinada a cada grupo! O  reino  para  os  da  direita,  e  o  tormento  eterno, para os da esquerda (Mt 25.34,46).
2.  E esta é  uma atribuição exclusiva de Jesusque data do instante da sua crucificação!
“Com  justiça  há  de julgar  o  mundo,  por  meio  do varão que destinou” (At  17.31).

V. CONCLUSÃO.
Tenha cuidado, amigo, ninguém foge a este julga­mento, nem mesmo você?! Aceite-o como seu sal­
vador pessoal, agora!