"Examinai tudo. Retende o bem." (I Tessalonicenses 5 : 21).

OBRAS EM DESTAQUE

Quais são os resultados da Ressurreição de Jesus?


Cinco Resultados e  Conquistas principais em Relação aos Salvos

1.  Bênçãos imediatas
a.  Uma garantia da nossa justificação (Rm 4.25).
b.  Uma garantia de poder e força para 
o presente (Ef 1.19,23).
c.  Uma garantia de trabalho frutífero (1  Co 15.58).
d.  Uma garantia da nossa própria res­surreição (2 Co 4.14).

Bênçãos futuras.
a.  A troca do corruptível pelo incor­ruptível (1  Co 15.42).
b.  A troca  da  desonra  pela  glória  (1 Co 15.43).
c.  A troca  da fraqueza pelo poder (1 Co 15.43).
d.  A troca do corpo físico pelo corpo espiritual (1  Co 15.44


Propósitos e Razões envolvidos na Dis­ciplina da Igreja.



(1)  Trazer glória a Deus e aumen­tar o testemunho do rebanho.

(2)  Restaurar, curar e levantar cris­tãos  que  pecaram  (Mt  18.15; 
Jo 5.20; Gl 6.1,2; 2Ts 3.14,15; Hb 12.10-13).

(3)  Produzir uma fé sadia, baseada na sã doutrina (1 Tm  1.19,20; 
Tt 1.13).

(4)  Ganhar uma alma para Cristo, caso o pecador seja um cristão 
somente nominal  (2 Tm 2.24- 26).

(5)  Calar os falsos mestres  e  a in­fluência  deles  na  igreja  (Tt
1. 10, 11).

(6)  Estabelecer um exemplo para o restante do corpo e promover 
um temor piedoso (1 Tm 5.20).

(7)  Proteger  o  rebanho  contra  as conseqüências  destrutivas  que 
ocorrem quando a Igreja falha em aplicar a disciplina

Rico ou Pobre




Em Israel, brotavam certos tipos de grama no chão de manhã e, à tarde, eles já estavam secos sob o intenso calor do sol de verão. 
Tiago compara a instabilidade das riquezas com esse tipo de grama; ela está aqui hoje e, amanhã, já se foi. 
O seguinte quadro delineia o que as Escrituras dizem sobre a riqueza.

O dinheiro traz liberdade. •  O desejo de ter dinheiro pode escravizar e levar à destruição; 
somen­te Cristo traz a verdadeira liberdade (1 Tm 6.7-10).

•  O dinheiro traz segurança. •  A riqueza do mundo é muito instável; ela logo passará (Tg 1.10). A 
verdadeira segurança é encontrada no conhecimento e na confiança em Deus (Jr 9.23,24; 1 Tm 6.17-19).

•  O dinheiro é tudo o que importa. •  Cristo e o Reino de Deus são tudo o que importa 
(Mt 6.33; Fp 3.7-10).

•  Dinheiro é poder. •  0 poder vem quando a pessoa é cheia do Espírito (At 1.8; 3.1-10).

•  0 dinheiro determina não somente seu patrimô­nio líquido, mas seu valor como pessoa.

•  Seu valor está baseado naquilo que Deus diz, não no que diz seu 
extrato bancário (Jo 3,16; Ef 1,3-14).

•  O dinheiro faz de você uma pessoa de sucesso. •  0 sucesso é fruto de conhecer e fazer o que Deus diz (Js 1.8).

•  O dinheiro dá-lhe opções. •  Deus é quem, por fim, dá-lhe opções (Ef 3.20).

•  O dinheiro traz felicidade. •  A felicidade que o dinheiro traz é passageira. E, com o tempo, o di­
nheiro pode, na verdade, produzir “muitas dores”  (1  Tm 6.10). 
A alegria duradoura é fruto do conhecimento de Deus (Tg 5.1-6; Jo 15.11; 16.24).

• O dinheiro é sua recompensa.  Economize-o e gaste-o com você.

•  Dê o quanto puder (Mt 6.19-24; At 20.35; 2 Co 9.6-11; 1 Tm 6.18).

•  O dinheiro é seu bem. Gaste-o naquilo que você quiser.

•  Tudo o que você tem é de Deus para você usar como agrada a Ele. 
Você é simplesmente um administrador dos bens de Deus (SI 24.1; Lc 19.11-27; 2 Co 5.10).


A PESSOA DA CRUZ-JESUS



(a)  Ele  é  o  F ilho  e  o  Servo  de Deus  (A t 3 .1 3 ).
(b)  Ele é Jesus (A t 3 .1 3 ) .
(c)  Ele é o Santo (A t 3 .1 4 ).
(d)  Ele é o Justo (A t 3 .1 4 ).
(e)  Ele é o Príncipe da vida (At3 .2 2 )  .
(f)  Ele é o Cristo (A t 3 .1 8 ) .
(g)  Ele é o profeta de Deus  (A t3 .2 2 )  

Quem estará no inferno?




A.  Satanás (Rm 16.20; Ap 20.10).
B.  O anticristo (2 Ts 2.8).
C.  O falso profeta (Ap 19.20).
D.  Os anjos caídos (2 Pe 2.4).
De acordo com Paulo, o crente terá par­te na  
declaração das  sentenças dos anjos caídos (1 Co 6.3)

Judas Iscariotes.
O traidor de Jesus Cristo é citado aqui, em particular, porque há pessoas (notavel­mente,  o  falecido  e  amado  Kenneth  S. 
Wuest da  Moody Bible Institute faculty)que acreditam que Judas receberá um lu­gar especial no Geena, baseando-se nas pa­
lavras de Pedro na sala superior pouco an­tes do Pentecostes (At 1.25).

Todos os não salvos.
Em Apocalipse 21.8, João classifica to­dos os pecadores em oito categorias gerais.

1.  Tímidos.
Em  primeira  análise, pode  parecer estranho encontrar os tímidos no topo dessa lista dos rejeitados de Geena,mas muitos irão, obviamente, para o inferno pelo custoso temor de clamar o nome do Salvador (Pv 29.25; Jo 9.22; 12.42,43).

 Incrédulos.
Literalmente, esses são os que não creem. Ninguém vai para o inferno por ser incapaz de crer, mas porque ele não 
quer crer. Não existem agnósticos ho­nestos (Jo 3.36).


Abomináveis
Literalmente, essa é uma referência 
aos que se contaminaram com abominações (Pv 6.16-19).

Homicidas.
Isso faz referência não só a um as­sassino humano, mas também a quem odeia humanos (1 Jo 3.15).

 Fornicadores.
Isso faz referência aos que cometem pecados sexuais (Ef 5.5; Hb 13.4).Por algum motivo que não foi total­mente  revelado  nas  escrituras,  Deus odeia o pecado de imoralidade sexual 
de forma especial, considerando-o, tal­vez, com exceção do orgulho e da pre­potência, a transgressão mais ofensiva 
de todas.Esse  pecado  decretava  a  pena  de morte aos que fossem acusados de co-metê-lo  no  Antigo  Testamento  (Lv 20.10; Dt 22.22-24).  E foi por causa desse pecado que Deus varreu a antiga 
cidade  de  Sodoma  (Gn  13.13; 18.20,21;  19.24). A perversão  sexual causou, provavelmente, a destruição — 
liderada por Josué, sob o comando de Deus — da sociedade canaanita (com­pare Dt 20.17,18 com 1 Rs 14.24).
Por fim, no Novo Testamento, Pau­lo associa esse pecado à completa de­gradação da raça humana. Na verdade, 
esse é o  único pecado registrado  que faz com que Deus “abandone” as na­ções e as culturas que a praticam (Rm 1.24-28 NVI).

Feiticeiros.
A palavra grega é pbarmakos,que se refere a um encantador com drogas. Em um sentido geral, a  palavra  tam­bém se  refere aos que têm parte com Satanás  por  meio  de  adivinhadores, 
médiuns e astrologia (Ap 9.21; 18.23).

Idólatras.
Os que adoram algo ou alguém no lugar do verdadeiro Deus são descritos como idólatras (Rm 1.22,23).

Mentirosos (Jo 8.44; 1 Jo 2.22; Ap 2).
E assustador perceber que todas as passagens acima são sobre mentirosos religiosos!

Vale realmente a pena servir a Deus?




Abraão já havia sido abençoado por Deus de muitas formas.
Salvação eterna (Gn  15.6)
Orientação (Gn 12.1)
Coragem (Gn 14.15)
Bênçãos espirituais (Gn 14.19)
Necessidades terrenas (Gn 13.2)
Segurança social (Gn  15.15)
Perdão (Gn20.17)
Teve um filho quando já estava em idade avança da (Gn 21.3)
Proteção contínua (Gn 15.1)
A promessa de uma cidade celestial (Hb 11.10)

O caminho do compromisso




Primeiro, Ló olhou para Sodoma com anseios (Gn 13.10).
Em seguida, ele escolheu a terra perto daquela cidade (Gn 13.11).
Depois disso, ele ergueu sua tenda na direção de Sodoma (Gn 13.12).
Então, ele mudou-se para dentro da cidade (Gn 14.12).
Ao final, ele entregou suas duas filhas e suas energias à Sodoma (Gn 19).


Com certeza, as palavras do Novo Testamento aplicam-se aqui:
Vede quão grande bosque um pequenofogo incendeia (Tg 3.5).
O pecado é como a lepra ou o câncer.
Começa discretamente, mas pode terminar destruindo todos os órgãos vitais do corpo.

No Novo Testamento,
O grande pecado de Simão Pedro foi amaldiçoar o Senhor Jesus.
Esse pecado também começou discretamente e terminou quando ele
aqueceu suas mãos no acampamento do inimigo (Lc 22.54-56)

Pedro começou  ostentando sua  lealdade  (Mc 14.29).
Depois disso, ele dormiu quando deveria ter ora- do (Mc 14.37).
Em seguida, ele seguiu Cristo, mas caminhando de longe (Mt 26.58).
Então, ele foi encontrado, associando-se com os inimigos de Cristo (Mt 26.69).
E,  finalmente, acabou por amaldiçoar  O Salvador (Mt 26.70-74)

O Anjo do Senhor




Alguns teólogos acreditam que esse título encontrado no
Antigo Testamento é efetivamente outro nome do Senhor Jesus Cristo.
De todo modo׳ esse Anjo especial desempenha um papel importante
na história dos israelitas.

O Anjo do Senhor lutou contra Jacó (Gn 32.24-30).
O Anjo do Senhor redimiu Jacó (Gn 48.16).
O Anjo do Senhor falou com Moisés na sarça ardente (Êx 3.2).
O Anjo do Senhor protegeu os israelitas no mar Vermelho (Êx 14.19).
O Anjo do Senhor preparou os israelitas para aTer- ra Prometida
(Êx 23.20-23; SI 34.7; Is 63.9;  1  Co 10.1-4).
O Anjo do Senhor tranquilizou Josué (Js 5.13-15).
O Anjo do Senhor comissionou Gideâo (Jz 6.11)
O Anjo do Senhor ministrou para Elias (1  Rs 19.7).
O Anjo do Senhor salvou Jerusalém (Is 37.36).
O Anjo do Senhor preservou três jovens hebreus
(Dn 3.25).

Os três grandes ofícios no Antigo Testamento





Os ofícios de profeta, sacerdote e rei.

O profeta era aquele que representava Deus aos homens
(1  Rs 19.16).

O sacerdote era aqueleque representava o homem a Deus
(Lv 8.12; SI 133.2).

O rei era aquele que, sob Deus, governava os ho-mens
(l  Sm 10.1; 16.13).

No NovoTestamento, entretanto, esses três ofícios
passaram às mãos de Jesus Cristo.

Ele foi  um  profeta  (Seu  ministério passado)
(Mt 21.11; Lc 7.16; J o 1.18; 4.19; Hb 1.1,2).

Ele é um sacerdote (Seu ministério presente)
 (Rm 8.34; Hb 4.141 ;7.24,25 ;16־J0 1.1).

Ele será o Rei (Seu futuro ministério)
(Ap 19.11 16־)

AS CONSEQUÊNCIAS DA DESOBEDIÊNCIA ABRÃO




Ele entristeceu a Deus —  0pecado de Abrão (e 0
nosso também) sempre entristece a Deus (veja
SI 78.40; 95.10; Mc 3.5, Ef4.30).

Ele enfraqueceu a própria fé — mais tarde, Abrão
falhou com Deus no mesmo quesito, a mentira
acerca de sua esposa (veja Gn 20). Depois de co-
meter um pecado, torna-se muito maisfácil co-
meter 0 segundo.
Ele deu fraco testemunho a seu sobrinho e parte de
seu mundanismo acabou por contaminar Ló. Os
resultados disso foram trágicos (veja Gn 13; 19).
Ele trouxe aflição à vida de Faraó (veja Gn  12.17).
Ocasionalmente, as pessoas sofrem em  razão
do pecado dos cristãos. Trata-se de uma situa-
ção lamentável quando um descrente repreen-
de um crente por uma ação errada, como Faraó
fez com Abrão.
Ele ficou com Agar, a serva egípcia (Gn  16.3), que
depois se tornaria sua amante e daria à luz Is-
mael, 0 pai  dos atuais árabes. Assim, a agonia
do local  mais atribulado do mundo, o Oriente
Médio, foi  causada  parcialmente pelo pecado
de Adão, quase 39 séculos atrás.
Ele também deu mal exemplo a seu filho, Isaque.
Apesar de não ser nascido quando esse pecado
foi cometido, certamente 0 filho de Abrão ou-
viu essa história quando jovem; e ele também
falhou com  Deus ao mentir sobre sua esposa,
Rebeca (veja Gn 26).
E para que não nos esqueçamos — nossos peca-
dos afetam os outros.

A VIDA QUE DEUS QUER - 28 (1Co 5.7)


I. INTRODUÇÃO
A vida que o homem quer viver (Gn 3.5).

II. CONSEQÜÊNCIAS
“...o que semeia na carne” (Gl 6.8).

III.  A VONTADE  DE  DEUS  PARA  NOSSA VIDA(V. 7)
1.  Limpai-vos do fermento velho.
2. Para que sejais uma só massa.
3.  Cristo foi sacrificado por nós.

IV. O SÍMBOLO DO BATISMO
1.  Fomos sepultados com  Ele.
2.  Para que andemos em novidade de vida.
3.  V.  8  -  Se já  morremos  com  Cristo  cremos que 
também com  Ele viveremos (Gl 2.20).

V. CONCLUSÃO
Entregue sua vida a Jesus e será verdadeiramente feliz.

EXPERIÊNCIAS NA CONTRIBUIÇÃO - 27 (Nm 10.32-39; Ml 3.7-10; Mc 12.41-44)




I.  INTRODUÇÃO
Consagração total envolve o bom uso do dinheiro e dos bens colocados pelo Senhor sob nossa administração.

II.  UMA  NECESSIDADE -  “ASSIM  NÃO  NEGLIGENCIAREMOS  A  CASA  DO  NOSSO  DEUS”(NM 10.39)
1. A casa de Deus estava sendo negligenciada.
2.  A contribuição foi  determinada  para  proverrecursos para o culto.
3.  Se os crentes não entregam  hoje os dízimos e as ofertas; o culto, a educação, a proclamação e a beneficência, tarefa da igreja, estarão comprometi­das.

III. UM PECADO - “VÓS ME ROUBAIS” (ML 3.8)
1. A palavra é dura mas está na profecia.
2. Quem se omite e retém o dízimo do Senhor,e  não  entrega  as  ofertas  alçadas,  fica  com  oque não lhe pertence
3.  Deus coloca essa atitude na condição de peca­do  de  que  o  homem  precisa  arrepender-se  para ganhar o perdão dos céus

IV.  UM  MANDAMENTO  -  “TRAZEI  TODOS  OS
DÍZIMOS” (ML 3.10)
1. O Dízimo é mandamento de Deus, e está escri­to não só na lei, mas na relação do Senhor com o homem, desde o tempo mais antigo.
2.  Quando  Abraão  entregou  o  dízimo  a  Melquisedeque não havia lei, mas já havia dízimo.

3. A entrega de dízimo é dever do cristão também.

V.  UM  DESAFIO - “FAZEI PROVA DE MIM” (ML3.10)
1.  Deus vai fazer uma promessa aos que se mos­tram fiéis na entrega do dízimo.
2. Mas antes ele garante o cumprimento da pro­messa com um desafio:
Quem  é fiel  para  com  Deus  não  precisa  preo­cupar-se, porque vai encontrar fidelidade tam­bém da parte do Senhor.

VI. UMA PROMESSA - “SE EU NÃO VOS ABRIRAS  JANELAS  DO  CÉU...  DERRAMES  SOBRE VÓS BÊNÇÃO TAL... MAIOR ABASTANÇA” (ML
3.10)
A  promessa  de  Deus  aos  que  lhe  são  fiéis  é  de que aquilo que lhe entregam não lhes vai fazer fal­ta. Ao contrário, torna-se semente para muitos fru­tos que vem a ser produzidos na seara do crente.

VII. UM EXEMPLO - “DEU TUDO O QUE TINHA”
(MC  12.44)
1. A viúva pobre é um exemplo eloqüente para cada servo do Senhor.
2. Se nós contribuíssemos com a generosidade e  a  liberalidade  dela,  não  faltaria  jamais  sus­
tento à obra de Deus.
3. Todos os setores da causa estariam em cresci­mento, e o programa da igreja se completaria.

VIII. CONCLUSÃO
Deus espera que o crente contribua, consciente e alegremente,  para  que  haja  abundância  na  casa do  Senhor e  para que as  promessas de  Deus se cumpram em sua vida.


PERSEVERANDO NO APRENDIZADO - 26 (2Tm 3.14-17; Mt 28.18-20)



I.  INTRODUÇÃO
Aprender é uma necessidade que convivemos du­rante toda a nossa vida

II. A ADMOESTAÇÃO, OU ORIENTAÇÃO PARA
PERMANECER NO QUE APRENDESTE
1.  Não somente ouvir.
2. Não somente aprender.
3.  Mais sobretudo, permanecer.

III. A QUALIDADE DO ENSINO
1. Sabendo de quem aprendeste.
2.  Nos traz segurança.
3.  Confiabilidade.

IV. A IMPORTÂNCIA DO ENSINO
1.  É um  mandamento do Senhor (Mt 28.19,20).
2. É importante para a nossa salvação.
V.  5  -  “...sábio  para  a salvação  pela fé  em  Cristo Jesus”.

V.  A IMPORTÂNCIA  DA  ESCRITURA  NO  ENSI­NO
1.  É inspirada.
2.  É útil para o ensino.
3.  Para a recuperação.
4. Para a correção.
5.  Para a educação.
6.  Para a justiça.
7.  Para que sejamos perfeitos.
8. Habilitados para toda boa obra.

VI. CONCLUSÃO
Permanecer naquilo que aprendeste é:
a.  Confiar nos ensinos de Cristo.42
b.  É aceitá-lo.
c.  É tê-lo como Senhor.

d. Quer fazer esta decisão agora?

A JUSTIÇA DE DEUS - 25 (Na 1.2-15)



I.  INTRODUÇÃO
Características  dos  cidadãos  de  Nínive.  Já  ouvi­ram a mensagem através de Jonas.

II.  AO CULPADO NÃO TEM POR INOCENTE

1. O Senhor é justo.
2.  Julga segundo o seu caráter.
3. Julga segundo a sua própria lei.

III. A BONDADE DO SENHOR
1.  Para com o pecador (Jesus).
2.  Para com o pecador remido  (v. 7).
- Ele conhece os que confiam nele.

IV. QUE PENSAIS VÓS DO SENHOR?
O  que,  você  pensa  do  Senhor  não  modificará  o 
seu julgamento (v.  10).

V. ADVERTÊNCIA DO SENHOR  (V.  12)
1.  Por mais seguros que estejam.
- Serão exterminados (separados).
2. Quebrarei o seu jugo de cima de ti  (v.  13).

VI. CONCLUSÃO
Aceite agora a Jesus.  Eu te afligi  (nos teus peca­dos)  mas não te afligirei  mais (v.  12).


VÓS ME BUSCAREIS - 24 (Jo 7.25-36)



I.  INTRODUÇÃO
1.  “Buscai  ao  Senhor  enquanto  se  pode  achar, invocai-o  enquanto  está  perto.  Deixe  o  homem 
maligno  os  seus  pensamentos,  e  se  converta  ao Senhor” (Is 55.6-7).
2.  Não é fruto  de ensaios  ou  de especulações hodiernas e plano de salvação, que Deus acer­tou com seu filho, a favor dos pecadores!
3.  “ninguém saberá”.  Revela cegueira espiritual e malignidade no falar.

II.  JESUS ADVERTIU E AINDA ADVERTE
1. Contra a mentira.
a. “...conheceis-me, e sabeis donde sou;... porque mentis?”  (v.  28).  Não  são  os judeus  depositários dos oráculos de  Deus? (v. 27).
b. Ainda  hoje cabe a advertência de Jesus; ospecadores  não  podem  justificar  sua  rejeição!
Sabem, pela pregação quem é Jesus e para queveio a este mundo!
c.  Sabem!  Não  convém  aos  ministros  romanos identificá-lo com fidelidade! (v. 26).
2. Contra a prepotência.
a.  “Os principais dos Sacerdotes mandaram... para o prenderem” - sempre, a casta sacerdotal de en­
tão, tomava a iniciativa para a luta contra o salva­dor! (v. 32).

b.  Nos  nossos  dias,  essa  luta  continua;  não podendo opor-se a Jesus pela palavra de Deus
- a Bíblia - os principais dos Sacerdotes de hoje,apelam para as autoridades temporais!
c.  Impressionante!  Como  se  unem,  aqueles  que se digladiam perante a sociedade,  para cercear a ação do evangelho!

3.  Contra a indiferença.
a.  “...me  buscareis...  não  me  achareis...  onde  eu estou vós não podeis ir” (v. 34).
b. “Sai do Pai, e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo, e vou para o Pai”  (Jo  16.28).
c.  “veio,  não  o  receberam!  por  isso  não  estarão com ele!... espera-os o tormento eterno! (Jo 1.12).
d. O pecador tem a salvação ao seu alcance, só  em Jesus Cristo!  (Is 55.6,7).

III.  CONCLUSÃO
Amigo,  foge  da  mentira  que  por  aí  disseminam, não participes da prepotência dos homens contra o evangelho,  não sejas indiferente à tua salvação (v. 33), vem a Jesus!





NO PRINCÍPIO, DEUS - 23 (Jo 1.1-14)




I.  INTRODUÇÃO
1.  Nada se pode opor a provas evidentes!  O  me­lhor ensino está no exemplo!...
2. Pedagogia moderna: ensino pela imagem.
3. V.  1, a prova da verdade que pregamos,... V.  14 o exemplo!
4.  Por que os homens não crêem?
5.  “Santifica-os na verdade: a tua palavra é a ver­dade” (Jo  17.17).
6.  “Eu  sou  o Caminho a Verdade e a Vida”  (Jo14.6).
7.  v.  3  e  4  -  Aí  está:  Deus  achegando-se  ao  ho­mem... para salvá-lo!

II.  DONDE PROMANA A SALVAÇÃO?
1.  De Deus: v.  1  e 14 - “e o Verbo era Deus”,... “se fez carne”... nunca, em escola alguma, tão poucas palavras revelaram tanto!
2. “Portanto, o mesmo Senhor vos dará um si­nal:  Eis  que  uma  virgem  conceberá,  e  dará  à luz um filho, e será o seu nome EMANUEL”  (Is7.14).
3.  “E  dará à luz  um filho e chamarás o seu  nome  Jesus,  porque  Ele  salvará  o  seu  povo  dos  seus pecados” (Mt 1.21).
4. É ainda Isaías que revela: “O povo que anda­va em trevas viu uma grande luz”  (Is 9.2) -  “e a
luz resplandece nas trevas”  (v. 5).

III. DA GRAÇA
1.  V.  14  -  “cheio  de  graça...”  cheio  de  misericór­dia!...  Um  Deus da ignorância,... da perdição!
2. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” (Ef 2.8).
3.  “Porque  há  um  só  Deus,  e  um  só  mediadorentre Deus e os homens, Jesus Cristo homem”(1Tm 2.5).
4. V.  12 - “aos que crêem em seu  nome,...”.

IV. DA VERDADE
1. V.  14 - “e de verdade,...” - Deus, Graça e Verda­
de, três cousas distintas numa só!...
2.  “Santifica-os  na  verdade:  a  tua  palavra  é  a
verdade”  (Jo  17.17).
3 .0 evangelho é a verdade! - Pode o pecador exi­

gir maiores provas? (v.  1  e 14).

V. CONCLUSÃO
Amigo, rejeita a filosofia humana; aceita esta pala­vra, vem a Cristo







MINHAS PALAVRAS - 22 (Lc 6.46-49)


I.  INTRODUÇÃO
1.  No evangelho de Jesus Cristo, tudo é pela deci­são!...  não há, em sentido algum,  meios termos!

2.  Luz-Trevas,  Gozo-Tormento,  Néscio-Sábio,
Salvação-Perdição, Vida-Morte,  Bênção-Maldição!
3.  Na mensagem  lida v. 48 e 49!  E por que, se os 
dois ouviram as mesmas palavras?

II.  OBSERVAI  AS  DUAS  CLASSES  DE  OUVIN­TES
1. O que ouve.
a. v. 47 e 49 - “...as minhas palavras...” - O Evan­gelho! Uma mensagem para todos! No entanto, em ouvi-la, é que se divide a humanidade!
b. Ao pé da Cruz, onde, pelo seu sacrifício, Jesus procurou  atrair
todos  a  si,  mais  se  aceitou  essa separação!


2. O que pratica.
a. v. 47 e 49 - “e as observa”... “não pratica”... ob­servar os  ensinos  de  Jesus,  e  alicerçar sua vida na Rocha dos Séculos!
b.  Cabe ao  homem dispor o alicerce:  “e as ob­serva”,... e Jesus completará a obra, firmando-lhe a Vida! “Se o Senhor não edificar a casa,  em vão trabalham os que a edificam” (S1127.1).

3. O que sofre.
a. v. 48 e 49 - “bateu com  ímpeto a corrente,...” os mesmos contratempos! O crente e o incrédulo en­frentarão os mesmos obstáculos no mundo!...  Po­rém, os resultados finais dos embates desta vida, não são iguais!
b. Se observar, v. 47 - então está salvo, v. 48.
c. Se não praticou, v. 49 - então está perdido! Gran­de ruína daquela casa!

III.  CONCLUSÃO
1. A mensagem de hoje é a mesma: “minhas pala­vras” - a mensagem da cruz!
2. Ainda hoje a humanidade se divide, ao ouvila! Onde formareis! Observai!





COMER CONVOSCO (Lc 22.7-23)



I. INTRODUÇÃO
1. Quando não seja um adorno, o monumento re­vela algo que não vimos; feito para o nosso bene­fício! Aí estão sempre nas praças principais, entre outros, os monumentos aos libertadores: Tiraden- 
tes,  Pedro  I,  etc.
2.  A ceia do Senhor, é um  memorial!  Revela o que não vimos, mas, realizado em nosso bene­fício: a morte de Jesus Cristo  (v.  19).

II. OS CRENTES ESTÃO LIGADOS A JESUS
1. V.  15 - “Desejei muito comer convosco,...” doce  e santa intimidade,  se o aceitarmos!... “Antes que padeça”.
2.  “Eis que estou a porta e bato se alguém ou­vir... e abrir a porta, entrarei... e com ele cearei,
ele comigo”  (Ap 4.20).
3.  É  impressionante  observar  como  a  iniciativa parte  sempre  de Jesus!  “desejei”...  “bato”...  “cea­rei com ele”.

III. QUE O SACRIFÍCIO DE JESUS FOI POR NÓS
1.  V.  19 - “...que  por vós é dado,...” -  não  há pre­ço!... Jesus o anunciou em vida! não é uma fábula - e o cumpriu no gólgota!
2. “E, como Moisés levantou a serpente no de­serto, assim importa que o filho do homem seja
levantado  (Jo 3.14

3.  Na ceia ressurge o drama!  encaramos o suplí­cio!  Importa não esquecer que foi por nós!

IV. QUE SOMOS CO-HERDEIROS COM JESUS
1.  V.  20  -  “...Novo  Testamento  no  meu  sangue,... depois da ceia” - o novo pacto só se estabeleceu após receberem Jesus (v.  14).
2. Só os que aceitaram o pão, se habilitaram ao vinho!  Só  os  que  aceitam  a  Jesus  Cristo,  po­dem ser purificados dos seus pecados!
3. “e o sangue de Jesus Cristo, seu filho, nos puri­fica de todo o pecado (1 Jo  1.7).

V. CONCLUSÃO
1. Os homens tudo fazem para gozar da estima e da intimidade do seu semelhante, e muitas vezes, 
arcando com  prejuízos pecuniários -  e  lhe ergue­mos monumentos!
2. Por que não envidar esforços para ter comu­nhão com Jesus? Que os salvará!
3.  Erguei-lhe,  não  um  monumento,  -  Ele  o  é  no universo  (SI  19.1)  mas,  um  altar  no  vosso  cora­ção!